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Trevo de Janiópolis na BR 272 voltará a ter radar

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Até o fim deste mês deverá ser reinstalado um radar eletrônico no trevo da rodovia BR 272, que dá acesso ao perímetro urbano de Janiópolis. O equipamento havia sido retirado em março do ano passado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), após cinco anos em funcionamento porque o contrato com a empresa vencedora da licitação venceu.

 

 

 

“Fomos comunicados pela nova empresa contratada pelo DNIT que o radar será reinstalado até o dia 25 de janeiro”, disse o prefeito de Janiópolis, Ismael Dezanoski. Para isso, nesta quinta-feira (09), está sendo instalada energia elétrica no local. “Temos uma sinalização positiva do DNIT que também será instalado um radar no trevo da Bragápolis”, disse o prefeito.
Desde que foi retirado o radar do trevo, autoridades do município têm feito mobilizações pelo retorno, principalmente pelo risco de acidentes aos usuários da rodovia e moradores de Janiópolis. “Hoje mesmo acompanhando a instalação da energia elétrica a gente vê que os carros passam por aqui em alta velocidade. É um local muito perigoso, onde já ocorreram muitos acidentes, inclusive fatais”, acrescentou o prefeito.
O trevo ganhou radar em outubro de 2015 depois de muitas reivindicações e até protesto de moradores no local, fechando a rodovia para sensibilizar as autoridades. “Depois que instalou o radar não teve mais acidentes. Este equipamento é uma questão de necessidade e salva vidas”, reforça o prefeito, ao destacar que o retorno do equipamento é resultado da luta das autoridades e insistentes cobranças da população.

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Chegada do inverno aumenta risco de AVC

Conheça os sintomas e entenda porquê o socorro imediato é crucial na diminuição de sequelas permanentes

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Camila Crepaldi – UNIC

Popularmente conhecido como derrame, o Acidente Vascular Cerebral se caracteriza por alteração do fluxo sanguíneo no cérebro, o que resulta na falta de oxigênio e nutrientes.

Segundo a Organização Mundial de AVC, 70 mil brasileiros morrem de AVC todos os anos. As doenças cerebrovasculares são as que mais matam e o AVC fica atrás apenas do infarto nesse ranking, sendo a principal causa de incapacidade em adultos. rr

E por que será que a incidência de tal enfermidade é maior no frio? Médica neurologista e professora do curso de Medicina da Unic, Bianca Araldi, conta porquê nesse período é preciso estar mais atento a possíveis sintomas. “Para manter a temperatura corpórea, os vasos reduzem seu calibre para evitar a perda de calor; ação essa que aumenta a pressão arterial sistêmica. Deve-se considerar que nesse período, o consumo de água é menor então a tendência a ter uma desidratação é maior, deixando o sangue mais viscoso. Sendo assim, a somatória do sangue mais viscoso e da vasoconstrição, facilita o deslocamento de placas de gordura pelo corpo, aumentando o risco de isquemia cardíaca ou cerebral”, explica a especialista.

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Manifestado de duas maneiras – isquêmica ou hemorrágica, o AVC merece atenção quanto aos sintomas para que se identifique rapidamente, uma vez que o tratamento deve ser imediato.

No AVC isquêmico os vasos do cérebro se estreitam ou são bloqueados, o que gera interrupção do fluxo sanguíneo (isquemia). Ocorre, em geral, em pessoas mais velhas, com diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, problemas vasculares e fumantes. Os sintomas normalmente são: perda repentina da força muscular de um lado do corpo, ou da visão; dormência na face, braço ou perna de um lado do corpo; dificuldade de comunicação oral (fala arrastada) e de compreensão; tonturas; formigamento num dos lados do corpo

No AVC hemorrágico a especialista destaca que ocorre sangramento em uma parte do cérebro em consequência ao rompimento de um vaso sanguíneo. Nesse caso, deve-se ficar atento a qualquer sinal de aumento da pressão intracraniana; dor de cabeça forte e repentina acompanhada de vômitos; e déficits neurológicos semelhantes aos provocados pelo acidente vascular isquêmico.

A neurologista destaca que cultivar hábitos saudáveis é um caminho para driblar os riscos de AVC. “Há os chamados riscos modificáveis, que são aqueles cuja identificação, intervenção e tratamento podem evitar o primeiro evento cerebrovascular ou reduzir a recorrência. Hipertensão, colesterol alto, diabetes, sobrepeso, sedentarismo, tabagismo e consumo exacerbado de álcool, estão na lista de agravantes”, alerta.

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Ao identificar os sintomas, o que fazer?

“A primeira informação importante é que o tempo entre os primeiros sintomas até o atendimento do paciente é crucial para evitar sequelas mais graves”, enfatiza Bianca ao orientar que a vítima seja levada imediatamente a um hospital com serviço de neurologia.

No Brasil, o atendimento nos hospitais ocorre com a realização imediata de uma tomografia computadorizada de crânio e a administração de um medicamento específico, quando indicado, para reduzir ou até evitar sequelas permanentes seguido de diversos exames. O trombolítico dado na fase inicial dos sintomas, quando indicado, apresenta boa eficácia levando a melhoria do paciente em boa parte dos casos. Atualmente a medicina já dispõe de recursos bem eficazes para enfrentar os AVCs, principalmente os isquêmicos, que representam cerca de 85% dos casos identificados nas unidades de saúde.

 

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