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Thiago Muller fala sobre DNA artístico e faixa em nova série da Disney

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Thiago Muller
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Thiago Muller


Thiago Muller  é um dos novos nomes da música brasileira com destaque internacional e só tem motivos para comemorar. Um deles é o single “Flor”, que compôs ao lado de Bruno Romano e que foi disponibilizado em todas as plataformas digitais no último dia 3. O outro é o fato de “Moça”, divulgada em 2020 e escrita em parceria com Tibi, que participou do “The Voice Brasil”, da Globo, ter sido escolhida para integrar a trilha da produção nacional “Tudo Igual… SQN”, da Disney+. 

De volta ao Brasil, após passar oito anos em Los Angeles, na Califórnia, o carioca de 28 anos, que é filho dos atores Marcella Muniz e Anderson Muller, topou conversar mais uma vez com o  iG Gente  e contar sobre o seu retorno (desta vez, optou por morar em São Paulo, e não no Rio) e, principalmente, sobre a canção que idealizou para o filme estrelado pela mãe e pela irmã Thais Muller. O projeto de Guga Sabatiê, no entanto, ainda não tem previsão de lançamento. Confira os melhores momentos na íntegra!  

 Thiago Muller
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1. Sua canção está na trilha da Disney. Como surgiu a oportunidade e como foi ver uma obra sua lançada em 2020 num projeto tão bacana em 2022?

Recebi um e-mail em julho de 2021. Recordo que era madrugada e que a equipe da Disney escrevia em inglês sobre “Moça”. Eu, como um bom brasileiro, pensei que era golpe. Liguei para o meu empresário Andre Rodriguez, que conversou lá e me disse: “Papi this is really happening” (está mesmo acontecendo). Hahahaha! Quase tive um infarto! Tem uma criança dentro de mim que é apaixonada pela Disney e sempre sonhou em trabalhar com a companhia. Não considerei até ver na televisão esses dias. Lembro que, uma semana antes da estreia, me mandaram uma mensagem para divulgação, mas ainda não sabia se a música estaria lá. Só acreditei quando vi no meu celular, na TV e no computador que “aquilo” era real. Não era um sonho e está sendo uma das maiores conquistas da minha carreira. Sem dúvida, sou grato a isso. 

2. Você lançou uma nova faixa no dia 3 de junho. Como ela se originou e quais são as influências?

“Flor” surgiu no meio da pandemia, pelo FaceTime, quando meu amigo venezuelano Bruno Romano me ligou de Los Angeles. Nesse tempo, “Llevame” estava caminhando bem, tivemos uma trajetória muito linda com ela e decidimos escrever uma nova que tivesse o mesmo estilo e energia. Começamos pelo refrão que, de imediato, gostamos, mas empacamos na letra, faltava algo. Passaram três meses, e nada de ir para frente. Foi quando vi que a gente precisava de uma nova visão para a composição. A Disney tinha acabado de me contatar sobre “Moça”, e o produtor da música é um amigo próximo e um dos melhores produtores com quem já trabalhei. Ele viu nossa canção e, meses depois, nos mostrou finalizada com influências cubanas, venezuelanas e latinas. Ficamos encantados e sabíamos que a criação agora era questão de tempo de estar nas plataformas. 

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3. “Flor” é a sua segunda parceria com o venezuelano Bruno Romano. A primeira, “Llevame”, estourou nas rádios e streamings sul-americanos. Pensa em alcançar outros continentes?

Sempre tenho em mente que vivemos em uma época na qual as redes sociais cortaram qualquer tipo de barreira para se ter uma carreira internacional. Mas, para fazer shows lá fora, é preciso conquistar o público latino-americano. Desde que me mudei para Los Angeles, gosto da diversidade e de usar sons diferentes. Estamos em um mundo muito grande e temos que experimentar variados estilos musicais. O meu objetivo é trazer o Brasil para mais perto de quem fala em espanhol. Aqui, não consumimos muito a música latina, e acho que tem espaço para esse mercado. Amo morar no exterior, conhecer novos lugares, então sempre estou disposto a alçar novos voos. 

4. Aliás, como tem sido viver de música?

Viver daquilo que a gente ama é gratificante, mas não é nada fácil. Acho que o maior desafio é que muitas pessoas não levam nosso ofício a sério. Já fiz diversos trabalhos de graça para me incluir no mercado (o que é normal no nosso ramo) e, graças a Deus, sempre tive o apoio dos meus pais nesse processo. Mas é uma montanha-russa de emoções: divulgação constante, muitos anos recebendo “não” e outros ouvindo “sim”. Também lido com trilha sonora e acredito que temos que ampliar nossa cabeça e não focar somente uma profissão. Podemos percorrer os espaços como compositor, cantor, guitarrista, produtor, engenheiro de áudio, mixagem, masterização, orquestração… A indústria está sempre mudando e abrindo novas oportunidades.

 Thiago Muller
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Thiago Muller


5. Você agora é pai. Sonhava com isso? Como reagiu ao descobrir a paternidade?

Eu e Angelis somos melhores amigos, e ela é minha parceira de vida, minha “Moça”. Sempre sonhei em ser pai, só que o timing não foi o que planejava. Mas embarcamos nisso juntos. Quando descobri a gravidez dela, estávamos no meio de uma roadtrip … Pegamos um carro e saímos de Los Angeles para a Flórida, nos EUA. Paramos em vários estados e, na época, estávamos apenas ficando. A primeira reação quando ela fez o teste foi de desespero, mas hoje, mesmo com todos os desafios, sabemos que nossa filha é o maior presente. 

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6. A paternidade tem influenciado de alguma forma na sua arte? Se sim, como? Já compôs para sua filha?

Ainda não tive tempo de digerir todos esses sentimentos e escrever uma canção. São emoções que chegam de uma forma muito exacerbada e gosto de entender todas essas experiências antes de falar sobre elas. E agora trabalho mais à noite com minhas composições porque, durante o dia, eu e Angelis ficamos mais em função da nossa filha e das nossas rotinas. 

7. Como é voltar a morar no Brasil depois de oito anos em LA? O que mais gosta daqui e do que mais sente falta de lá? 

O nosso país sempre teve meu coração, mas é difícil depois de tanto tempo fora. Porém, vim para São Paulo, onde nunca havia morado, e devo admitir que já me ganhou. É uma cidade internacional, onde as pessoas têm mais sede do novo e do diferente, e que também está favorecendo meu trabalho neste momento. O que mais gosto daqui é estar perto da família e dos amigos, mas sinto saudade da liberdade dos EUA, de dirigir de janela aberta e não ficar completamente prisioneiro da violência como, muitas vezes, ficamos aqui.

 Thiago Muller
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8. Você é filho e irmão de atores. Pensa em atuar também? Vocês têm planos de fazer algo juntos?

Planos sempre temos. Quero muito poder trabalhar com minha família. É um sonho convidar meu pai, minha mãe e irmã para fazer parte de um clipe. Estou focando em direção também. Comecei a escrever os roteiros dos meus clipes e adoraria tê-los comigo em algum. Sou o maior fã deles e do que eles fazem. 

9. Aliás, família de artistas… como vai reagir se sua filha optar por seguir o mesmo caminho?

Vou amar! Ela já mostra interesse por música, e é um charme muito grande. Sabe atuar bem quando quer alguma coisa (risos), mas em qualquer caminho que ela decidir seguir vamos apoiá-la da melhor forma possível. 

Tal pai, tal filho: Anderson e Thiago Muller
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Tal pai, tal filho: Anderson e Thiago Muller


10. Quais são os seus objetivos para daqui a um ano? E daqui a dez?

Tenho singles e projetos que estão para sair. Se for para falar em sonhos, quero morar fora novamente, estar bem financeiramente, com saúde, e ver toda a minha família saudável mental e fisicamente. Desejo ter minha música em um filme de orçamento grande e poder estar no “Top 100” do Billboard ou Spotify. São muitos planos, mas acho que o maior deles é continuar trabalhando no que amo e ser bem-sucedido.


Fonte: IG GENTE

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Drica Moraes “tenta não ter preconceito” com escalação de Jade Picon

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Drica Moraes se pronuncia sobre escalação de Jade Picon em
Reprodução/montagem

Drica Moraes se pronuncia sobre escalação de Jade Picon em “Travessia”

Drica Moraes resolveu se posicionar sobre a polêmica da escalação de Jade Picon para o elenco de “Travessia” , próxima novela das nove da TV Globo, que substituirá “Pantanal”. A influenciadora digital foi alvo de críticas após receber um papel ser ter experiência nem formação como atriz.

Em entrevista ao site F5, Drica opinou sobre a situação. “Tento não ter preconceito com as coisas à princípio, até que a pessoa me prove o contrário”, disse ela.

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“Sou um dinossauro já. Na minha época, tinha que fazer teatro, ter experiência de palco. Hoje os tempos são outros, não dá para ver com tanto preconceito, as pessoas podem nascer um grande talento vindo de um meio digital. A pessoa vai ter que ralar. Não vai poder fugir disso”, completou.

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Na trama, a Drica viverá a mãe de Chay Suedee sogra de Jade. A ex-BBB não é atriz nem tem registro profissional da categoria, o DRT e ganhou uma autorização especial do Sated-RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro) para poder trabalhar em “Travessia”.

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Fonte: IG GENTE

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