A profissional de saúde que prestou atendimento a Jair Bolsonaro na unidade prisional afirmou que o deslocamento para o Hospital DF Star, ocorrido na semana anterior, foi motivado por um "risco iminente de morte" do ex-chefe de Estado, que se recupera de um quadro de broncopneumonia de origem bacteriana.

Na última sexta-feira, dia 13, Bolsonaro apresentou um mal-estar na prisão e foi rapidamente levado à instituição de saúde, onde permanece hospitalizado.

O episódio de transferência foi devidamente notificado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela administração da Papudinha, denominação informal da Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), localizada no Complexo Penitenciário da Papuda, na capital federal.

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No documento encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, a unidade prisional informou formalmente ao ministro sobre a realização do acompanhamento para o hospital.

"O deslocamento teve início às 6h52, após análise e deliberação da médica de plantão, Dra. Ana Cristina, devido ao risco de óbito do detento. O percurso foi finalizado por volta das 8h55, com a chegada ao Hospital DF Star", detalha o relatório.

Após o mal-estar do ex-mandatário, sua defesa protocolou um novo requerimento de prisão domiciliar junto ao ministro Moraes. Ainda não há uma data definida para a deliberação.

Conforme o boletim médico divulgado na manhã desta quinta-feira (20), o ex-presidente permanece internado sem previsão de alta.

FONTE/CRÉDITOS: André Richter - Repórter da Agência Brasil