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POLÍTICA

MT deverá criar Programa de Mutirões de Cirurgias Eletivas

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Para reduzir as filas de espera em conjunto com os municípios e entidades públicas e privadas sem fins lucrativos, o deputado Eduardo Botelho (DEM), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, propôs o Projeto de Lei 25/2022 que cria o Programa de Mutirões de Cirurgias Eletivas de Mato Grosso.  

Na Comissão de Constituição, Justiça e Redação – CCJR,  a matéria aguarda parecer para entrar em pauta nos próximos meses. Em seu artigo 2º, Mato Grosso fica autorizado a tomar as medidas necessárias para a redução das filas de espera por cirurgias eletivas por meio de mutirões, considerando os pacientes registrados no Sistema Único de Saúde – SUS.  

Para isso, será disponibilizada a lista aos órgãos de controle interno do Executivo e Ministério Público de Mato Grosso que possibilite a verificação da ordem em que cada pessoa se encontra. Caberá ao estado incentivar a realização dos mutirões, definir os locais mais adequados para a realização das cirurgias e fiscalizar a obediência à lista dos pacientes.

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Com a aprovação desse projeto, a nova lei será aplicada com recursos da Secretaria Estadual da Saúde e suplementada se necessário.

Botelho justifica que o atraso nas cirurgias eletivas aumentou em detrimento à pandemia de  covid-19. E que a fila de espera sempre foi um problema para a população que depende do atendimento público de saúde, sendo necessária a cooperação entre estado, municípios, entidades públicas e privadas.

No projeto, destaca que dentre as especialidades com maior demanda estão: otorrinolaringologia, ginecologia e cirurgia geral. Cita a grande quantidade de pacientes esperando por cirurgias para retirada de pedras nos rins, ortopédicas e de quadril.

“Daí a necessidade de criação do Programa de Mutirões de Cirurgias Eletivas, para garantir os recursos e reduzir as filas de espera. Peço o apoio dos nobres pares para aprovar este projeto de lei”, afirma Botelho no projeto.

Fonte: ALMT

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POLÍTICA

Presidente da CCJR promete audiências públicas para discutir projeto de repactuação do ICMS

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Foto: Ronaldo Mazza

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB), presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa, vai convocar uma audiência pública para discutir a proposta do Governo de Mato Grosso de redistribuição do Imposto sobre Circulação, Mercadorias e Serviços (ICMS) aos municípios. A informação foi confirmada pelo parlamentar nesta sexta-feira (28).
A mensagem encaminhada ao Legislativo redistribui o imposto e prevê maior aporte aos municípios que apresentarem melhores resultados nas áreas da educação, saúde e meio ambiente. Trata da regulamentação de uma lei federal. Os municípios continuarão recebendo 25% do que o Estado arrecada. Mas as regras para aplicação deste percentual vão mudar.
Atualmente, 75% da parte que cabe aos municípios são destinados de acordo com o valor adicionado bruto (VAB). Ou seja, o valor que cada setor da economia (agropecuária, indústria e serviços) acresce sobre tudo que é produzido em uma região. Com a mudança, a porcentagem cai para 65% e o restante (35%) terá de seguir regras definidas pelo Estado.
“Os municípios não vão perder arrecadação. Quem fala isso está conversando fiado, porque o repasse do ICMS continuará o mesmo: 25% daquilo que o estado arrecada. Os municípios vão continuar recebendo o que recebem hoje, mas terão que aplicar melhor os recursos na educação, saúde e meio ambiente”, disse o governador Mauro Mendes. 
“Sabemos que o Governo está cumprindo uma determinação constitucional; é obrigado a fazer isso. O projeto [do ICMS] não chegou à Assembleia fechado, acabado. Vou propor, por meio  da CCJR, abrirmos o debate aos prefeitos, presidentes de Câmaras municipais e à sociedade em geral. Sabemos que 75% do que é arrecadado pertence ao Estado, mas os outros 25% são dos municípios. Será que é justo o Estado, que não é dono desse recurso, definir regras e critérios sem ouvir os donos do dinheiro, que são os municípios?”, indagou.
A proposta de audiência pública será apresentada na próxima reunião da CCJR, em fevereiro, após recesso parlamentar.

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Fonte: ALMT

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