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Homem embriagado e sem CNH foi preso por pilotar moto em zig-zag na MT 010 em Rosário Oeste

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Um homem foi preso por Policiais do 7º BPM de Rosário Oeste após ser flagrado por policiais da cavalaria de Cuiabá, quase colidindo com um caminhão na Rodovia MT 010, nas proximidades das obras do Frigorífico de Rosário Oeste, no último dia 17/11, por volta das 15h10min.

Segundo o Boletim de Ocorrências, um Sargento da PM da Cavalaria de Cuiabá solicitou apoio na rodovia MT 010 após flagrar o suspeito fazendo zig-zag na pista com uma motocicleta Honda CG 125, de cor vermelha.

Os policiais da cavalaria retornavam de uma missão sendo transportados no caminhão e relataram que o motociclista quase colidiu com o caminhão em que estavam.

Diante dos fatos deram ordem de parada para o suspeito e solicitaram apoio do 7º BPM.

Os policiais constataram ainda que o suspeito não possuía CNH e que estava visivelmente embriagado, exalando odor etílico, com andar cambaleante, olhos avermelhados e proferindo linguagens desconexas.

Um auto de constatação de sinais de alteração da capacidade psicomotora foi confeccionado pelos policiais e o suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Rosário Oeste para providencias.

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A motocicleta foi apreendida e encaminhada ao 54º Ciretran.

Por Biorosario

 

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Cuiabá é uma das capitais mais perigosas para as mulheres

Quanto ao crime de feminicídio, em 2021, Cuiabá tem a 4ª maior taxa do país, ficando ao lado de Brasília (DF), com 1,6 casos a cada 100 mil habitantes.

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Cátia Alves – Estadão MT

Cuiabá é uma das capitais mais perigosas do Brasil para quem é mulher. Segundo dados do Anuário Estatístico da Segurança Pública 2022, a capital de Mato Grosso é a segunda com maior percentual de casos de violência doméstica, com 461,3 casos a cada grupo de 100 mil habitantes. Além disso, Cuiabá aparece em terceiro lugar entre as capitais com maior incidência de casos de estupro.

Divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os dados mostram que Porto Velho, em Rondônia, é a capital com maior percentual de casos de violência doméstica. A taxa de casos lá é de 464,3 para cada 100 mil habitantes. No país, a taxa média é de 172,3. Quando observamos que Cuiabá aparece em segundo, percebemos que as chances de ser vítima de violência doméstica são três vezes maiores aqui do que na média nacional.

Quanto ao crime de feminicídio, em 2021, Cuiabá tem a 4ª maior taxa do país, ficando ao lado de Brasília (DF), com 1,6 casos a cada 100 mil habitantes. Houve uma queda de 17,4% em relação a 2020, quando a taxa era de 1,9 casos a cada grupo de 100 mil habitantes.

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Feminicídio é o assassinato de uma mulher cometido devido ao fato de ela ser mulher ou em decorrência da violência doméstica. Foi inserido no Código Penal como uma qualificação do crime de homicídio em 2015 e é considerado crime hediondo.

Igualmente hediondo é o crime de estupro. Neste quesito, Cuiabá aparece em terceiro lugar, atrás de Campo Grande (MS) e Macapá (AP). Na capital mato-grossense, a taxa de estupros é de 54,8 casos a cada 100 mil habitantes, quase o dobro da média nacional, que é de 25,8 a cada 100 mil.

ONDE BUSCAR AJUDA

Além do conhecido disque 180, que é nacional e específico para atendimento às vítimas femininas, há também os telefones de emergência de abrangência estadual, como o 181, 190 e 197.

Em Mato Grosso, o aplicativo ‘SOS Mulher MT’ conta com um ‘botão do pânico’ criado para ajudar vítimas de violência doméstica. O recurso permite que as vítimas registrem denúncias em 30 segundos no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

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Pelo aplicativo, a vítima faz um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva. Depois de acionar o botão, o Ciosp envia a viatura mais próxima em socorro à vítima.

COMBATE

Neste mês, o governador Mauro Mendes (União) sancionou a lei do Dia de Combate à Violência contra a Mulher e ao Feminicídio. Ficou instituído o dia 25 de novembro, mesma data escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.

Após a aprovação da lei, os órgãos públicos estaduais deverão intensificar ações e políticas de combate à violência contra a mulher como: Difusão de informações sobre o combate ao feminicídio; Promoção de eventos para o debate público sobre o combate à violência contra a mulher; Apresentação de práticas de conscientização, prevenção e combate ao feminicídio; Mobilização da comunidade para a participação nas ações de prevenção ao feminicídio; Divulgação de iniciativas, ações e campanhas de combate ao feminicídio e violência contra a mulher.

 

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