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Gefron capacita policiais de MT e outros dois estados para atuação na fronteira

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O Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) capacitou cerca de 500 alunos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e Polícia Civil de Rondônia, em 2021. Foram ministradas 1.805 horas/aulas de cursos e instruções, com destaque para o Estágio de Adaptação à Ambiente de Fronteira (EAFRON), realizado cinco vezes no ano passado.

Para o coordenador do Gefron, tenente-coronel PM Fábio Ricas, apesar da pandemia, o ano de 2021 superou as expectativas quanto à quantidade de cursos ministrados. “Somamos um número bastante expressivo, o que  mostra nosso preparo para atuar no combate aos diferentes crimes comuns na região de fronteira, além de demonstrar toda experiência adquirida e que está sendo vista como modelo para outras instituições e estados brasileiros”.

Entre os campos de conhecimento compartilhados pelo Gefron estão: o 4º Curso de Policiamento de Fronteira (CPFron), o 2º Curso de Patrulha de Interdição de Fronteira, as instruções de tiro de combate, de patrulhamento rural e abordagem policial e uma palestra ministrada para a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul.

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Nas cinco edições do EAFRON, que somaram 480 horas/aulas, houve a participação de policiais militares dos Comandos Regionais de Vila Rica e Peixoto de Azevedo, que durante treinamento de adaptação, tiveram a oportunidade de conhecer a rotina operacional de policiamento de fronteira. Nesse treinamento, o Gefron realizou o 1º Curso de Operações Táticas a policiais civis do Estado de Rondônia, que passaram pelo estágio de 96 horas/aulas. 

Além disso, um grupo de policiais do Batalhão de Policiamento Militar de Proteção Ambiental também passou pela formação durante o 4º Curso de Policiamento Ambiental. Em 2021, os novos operadores que passaram a compor a tropa do Gefron participaram de 754 horas/aulas no 4º Curso de Policiamento de Fronteira (CPFRON). Os policiais também participaram do 2° Curso de Patrulha de Interdição de Fronteira (CPIFRON), que orientou sobre o enfrentamento ao tráfico de drogas na modalidade a pé. 

Treinamento contínuo

Como parte do ciclo permanente de aperfeiçoamento de conhecimento, os operadores do Gefron aprimoraram suas experiências de policiamento de fronteira durante 192 horas/aulas, em cinco edições da Instruções de Nivelamento e Aperfeiçoamento do Conhecimento (Inac). Este módulo é realizado todos os anos, a fim de aperfeiçoar os serviços de combate aos crimes comuns na região de fronteira com a Bolívia. 

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Outros cursos

O Gefron ainda ministrou os seguintes cursos:  Instrução de tiro de combate em ambiente rural, durante o 6º Curso de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais do Corpo de Bombeiros Militar; Instrução de patrulhamento rural no 8º Curso de Operações da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam); Instrução de abordagem policial ao Batalhão da PM de Sinop e palestra ministrada à PM de Mato Grosso do Sul. 

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

“Não vou parar mais nada, agora é vacina”, diz Mauro Mendes

Governador diz que medidas de segurança devem se manter diante da pademia, mas não cogita reimplantar ações restritivas à economia

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Governador Mauro Mendes
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Fonte: O Livre

O governador Mauro Mendes disse nesta sexta-feira (28) que não cogita readotar medidas restritivas para conter a alta diária de contágio pela variante ômicron, do novo coronavírus, crescente nas últimas semanas.

“Não dá mais para ficar fechando tudo. Nessa pandemia, já está comprovado que quem tomou primeira dose, segunda dose, dose de reforço, ela [a doença] já se tornou uma gripezinha . Agora, é vacina. Eu não vou mais fazer nenhuma licitação para conter os casos”, disse.

Alguns municípios em Mato Grosso começaram a reimplantar as medidas de limite de funcionamento para estabelecimentos comerciais, igrejas, a proibição de atividades coletivas em espaços públicos e o toque de recolher.

A justificativa dada nos decretos pelos prefeitos é o surto da gripe H3N2 e a elevação dos novos casos diários da covid-19. Até o ano passado, a implantação das medidas de biossegurança ou a suspensão delas vinha sendo orientada por decretos estaduais.

Os boletins diários da Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que, em 2022, a curva de contágio voltou subir, com picos acima de 5 mil novos casos ao dia. A alteração foi acompanhada pela taxa de ocupação de leitos mais alta, mas a média de mortes se mantém semelhante à do ano passado.

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