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NACIONAL

Bolsonaro conversa com ministros e toma decisão sobre ser entrevistado no Jornal Nacional

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Fonte: RD1

O presidente Jair Bolsonaro (PL) conversou com os seus ministros mais próximos e tomou uma decisão importante sobre a sua participação em programas e debates na TV, em especial na sabatina proposta pelo Jornal Nacional na penúltima semana de agosto.

A produção do telejornal mais importante do país fez um sorteio e o nome do Chefe do Executivo foi o primeiro sorteado, para o dia 22 de agosto, em um encontro de mais de 40 minutos, ao vivo, com William Bonner e Renata Vasconcellos.

O presidente não poupou ataques contra a Globo nos últimos quatro anos, antes mesmo da sua chegada ao Palácio do Planalto, ainda na época da disputa eleitoral em 2018.

Contudo, por conta da sua situação nas pesquisas, não apenas mudou de ideia como externou a possibilidade de uma visita ao canal carioca.

Bolsonaro promete participação em sabatina do JN

Para ministros, Bolsonaro garantiu sua presença no Jornal Nacional, segundo informações da revista Veja, e foi uma posição defendida pelos seus principais aliados, em razão do segundo lugar nas pesquisas de intenções de votos.

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Ainda assim, a confirmação não foi totalmente dada, com a possibilidade de uma mudança de última hora. O Jornal Nacional marcou com Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), André Janones (Avante) e Lula (PT).

Em relação aos debates eleitorais, em entrevista recente ao SBT News, Bolsonaro confirmou o interesse. “Eu tenho que falar que eu pretendo ir. Na política, tudo é dinâmico? Pretendo ir, até porque eu tenho muita coisa a apresentar”, disse.

O político garantiu que não pretende “ficar preso a uma agenda” onde alguém vai atacá-lo “de forma gratuita ou ficar respondendo a ataques gratuitos”. “Eu vou responder com o que nós fizemos e fazer comparações com governos anteriores”, avisou.

 

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NACIONAL

Varíola dos macacos: Anvisa deve liberar uso de vacina e medicamento que ainda não são registrados no Brasil

Ministério da Saúde tenta comprar 50 mil doses de imunizante, além do antiviral tecovirimat junto à Opas

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Fonte: O Globo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve permitir a entrada e o uso de vacina e medicamento contra varíola dos macacos (ou monkeypox) sem registro no Brasil. Os diretores planejam definir os critérios para a importação em reunião extraordinária nesta sexta-feira.

Se confirmada, a medida tem por objetivo agilizar a oferta desses produtos no Brasil. Como O GLOBO mostrou, até agora, nenhum imunizante ou remédio contra a doença está aprovado para uso no país.

Um dos argumentos para a liberação está na chamada confiança regulatória, isto é, quando órgãos reguladores da mesma área de atuação da Anvisa em outros países — como o Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos — dão aval ao produto. Integrantes da agência analisaram o tema junto a EUA, Canadá, Japão e Inglaterra.

O Ministério da Saúde anunciou a compra de 50 mil doses de vacina para profissionais de saúde e pessoas que tiveram contato com infectados, além do antiviral tecovirimat, destinado a pesquisas clínicas, sobretudo com pacientes graves. Os primeiros imunizantes, porém, só deverão estar disponíveis no mês que vem.

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O ministério tem previsão legal para a dispensa de registro, que deverá ser solicitada à Anvisa após a aprovação em reunião. Na reunião desta sexta, a agência deverá definir requisitos de procedência, controle e monitoramento para a entrada e o uso desses produtos em território nacional.

Em entrevista ao GLOBO, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, disse que a agência não foi atropelada nesse processo:

— Isso retrata o exercício de um poder que é do Ministério da Saúde. A pasta tem esse poder legítimo, de, em situações onde entenda haver necessidade, superar atribuições da Anvisa. Então, ao assim agir, não está fazendo absolutamente nada de errado, que não esteja previsto — explicou o contra-almirante da reserva da Marinha.

Apesar dos anúncios oficiais, os contratos ainda não foram fechados. Cabe à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que representa a Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, intermediar as compras da pasta junto aos fabricantes. A pasta justifica que ainda está “em tratativas” para a aquisição.

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